segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Saiu de cena
(dedico ao JVR que por aí vaga).

Saiu de cena com meio sorriso
e um breve adeus.
A tela translucida encobriu
a imagem em movimento,
é um vento.

O quadro, já não é mais Monalisa
As traças se fartaram num tempo de cinzas.
E se fez passado:
as fotos não tiradas e os lugares
não visitados.

Mudou logo de estado,
pegou um avião
mudando o estar das coisas.
E assim, de leve na mente evasiva
uma fisionomia jamais esquecida
aos poucos se apaga.

2 comentários:

Riane disse...

Ficou muito manero esse poema só tenho 1 perguntinha... QUEM É JVR?????
RSRSRSRRSRSRS
bjos e mts saudades da minha veterana querida^^

Andréa disse...

JVR ? rsrsr Pura ficção!
Bjos!