sábado, 21 de março de 2009

À bacante.

Às vezes me meto em multidões
nem sempre ando em círculos de pessoas
Às vezes me pego em noites perdidas
que um copo de vinho ousar a animar.
Sonhos cadentes evaporam da mente
às vezes é só poesia
às vezes é só putaria
às vezes é nada.
O mundo me engole
por querer ser tão intensa
às vezes me meto a olhar o intocável
sem medir o espaço do que quero
.
26/02/2007

5 comentários:

fabiano Silmes disse...

Fantástico Andréia...Este poema é o puro lirismo a flor da pele...

Evoé,Minha poeta bacante!

Godet disse...

Baco trás uma certa reflexão, principalmente quando estamos sós!
Gostei da tradução!!! bjsssssss

GUSTO VIBE disse...

As vezes ficava assim quando comecei a escrever...
tomando vinho, sonhos cadentes...
Legal...
Isso faz muito tempo!!!

Gostei do blog.
Passarei mais vezes.

Gusto

elias gomes disse...

Passei por aqui, Andréia.
abcs, elias gomes (PósGrad)

Abismo do Obscuro disse...

Belo poema, curto e marcante.