quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

E foi só saudade...

essa vontade de te eternizar comigo.

Da minha boca arrancaste

as palavras mais doces

e a palavra fel,

num último adeus.

No meu corpo, ao tocar, num reencontro de mim,

senti, sem ti seios intumescidos...

desejos que me abrasam a pele,

numa saudade muda

desnuda e, só.

Senti, sem ti

um coração sem mácula

tratado pelo tempo

diante da foto

batida à distância.

Eu que não sei fazer música

mas sei trovar versos,

O eu errante em notas graves,

fui só,

em minutas de saudades...

6 comentários:

meus instantes e momentos disse...

bonito de ler....
gosto daqui.
Maurizio

Henrique disse...

Singelo !

•••GusTØ VIBE••• disse...

Nossa...
amores, grandes amores...!
difícil de esquecer...

Lindo Andréa!

Abraços!
Parabéns pelo dia de hoje!

ps.:"Não só hoje, e sim todos os dias!
Mulheres, se não fosse vocês nós homens de "Marte" não SOBREVIVERIAMOS!

Desengavetados disse...

Realmente, confesso...sou movida a paixão.
Grata, Gusto!Pelo seu carinho e companhia.
Bjos!
Andréa de Azevedo.

Mensageiro Obscuro disse...

Você consegui retratar bem a saudade nesses versos fazendo um belo poema.

Thiago Elloard disse...

"Eu que não sei fazer música

mas sei trovar versos,

O eu errante em notas graves,

fui só,

em minutas de saudades... "

Genial!!!!